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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

INALADOR NATURAL? VÁ PARA A PRAIA!

Inverno, tempo seco. Dicas de inalação caseira
Inverno, tempo seco; me lembro do viver na cidade de São Paulo, irrespirável nesta época.
Uma colega, quando ainda morava em Itú, interior de...

Inverno, tempo seco; me lembro do viver na cidade de São Paulo, irrespirável nesta época.
Uma colega, quando ainda morava em Itú, interior de São Paulo, disse que lá, no inverno, acresce o problema da queimada da cana de açúcar, plantações que cobrem horizontes extensos em 360 graus, vistos dos dois lados das estradas, seguindo curvas e retas. 
O fogo seca ainda mais o ar do entorno e levanta uma nuvem, avistável a quilômetros, nuvem que se espalha, como tentáculos que se multiplicam e se desfazem, espargindo negrume.
Queimada da cana de açúcar no interior de são pauloPara não se sujar com a fuligem, que pairava como neve negra em todo o ar, fina e grudenta, andava na rua com guarda-chuva. Costume do lugar, das cidades que convivem com a maldição do ar que, ao invés de animar a vida, craquelar por dentro.


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Quando tivemos a grande seca e a crise hídrica, o nariz dela sangrava. Dela, somente, não. Das pessoas que lá viviam, efeito da secura do tal ar, feito de mistura para não ser respirada. 
Não é novidade. Em São Paulo, pequenas hemorragias são comuns. Com a dificuldade, comprei um umidificador de ar, para dormir melhor, à noite.
Em Brasília é costume antigo espalhar bacias com água pela casa.
Outro colega, quando criança, tinha bronquite. Recomendação médica?
Ir à praia, uma vez por semana. Ou quando pudesse. O efeito do ar, mais úmido (e limpo) é o mesmo que uma inalação. Inalação natural.
A filha de uma amiga tinha asma. Outro médico recomendou a mesma coisa: "Vá à praia."
Por menos que chova, aqui há sempre o sereno, estranho elemento, hoje, na antiga "cidade da garoa".
Verdade! Quando criança, toda mãe recomendava às crianças para não brincarem no sereno. Em São Paulo, hoje? Isso não existe mais. 


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Entretanto, já foi tema de músicas, a mais famosa, talvez, a cantada por Pena Branca e Maria Bethânia, de Antonio Almeida, Serenô. Assim mesmo, com um acento forte e fechado no "o" (serenô). Lembra-se da letra? Está aí embaixo.
Entre outras composições sobre a umidade noturna vem a mim, em lembrança, Sereno da Madrugada, na voz de Tonico e Tinoco (trouxe a letra, também).
Sereno da madrugada do interior e das praias, da São Paulo já esquecido.
O sereno (ou orvalho), aqui em Itanhaém, com tantos rios e mata e mar, faz as noites úmidas, assim também as manhãs, e o ar - elemento sempre ignorado se não estranho, prejudicial ou incômodo -, agradável.
Filtrado pelas luzes dos postes, é uma garoa finíssima ou nevoeiro dançante. Bonito de ver, deixa lembranças, "pérolas" e "cristais" sobre as folhas das plantas, apreciáveis pelas manhãs.
Está difícil respirar?
Vá para a praia!

Serenô
Pena Branca, Maria Bethânia
Compositor: Antonio Almeida

Serenô, eu caio, eu caio,
Serenô deixa cair,
Serenô da madrugada
Não deixou meu bem dormir.

Minha vida, ai, ai, ai,
É um barquinho, ai, ai, ai,
Navegando sem lente e sem luz.
Quem me dera, ai, ai, ai,
Que eu tivesse, ai, ai, ai,
O farol de teus olhos azuis.


Sereno da Madrugada
Tonico e Tinoco


Sereno da madrugada como é triste
Como a voz que acompanha o som da lira
Faiz lembrar daqueles tempos já passados
Que minha'lma de paixão "inda" suspira
Eu também já fui amado e fui querido
Hoje eu vivo neste mundo desprezado
Nem a morte me tira esta triste sina
Aqui acha um coração abandonado
Tu és rica de amor e pode gozá-lo
Eu sou pobre, minha jura num tem valor
Com orgulho tu despreza quem te ama
Algum dia sofrearás a mesma dor
Adeus mundo de ilusão e de mentira
Adeus morena, seu desprezo e que me mata
De saudade e de paixão eu vou morrendo
Adeus, adeus, para sempre adeus ingrata.



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Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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